Projeto para construção de abatedouro municipal é entregue à Caixa Econômica Federal




Projeto para construção de abatedouro municipal é entregue à Caixa Econômica Federal

O prefeito de Campo Verde, Fábio Schroeter, esteve reunido com a Caixa Econômica Federal, em Cuiabá, na última terça-feira (10), onde apresentou o projeto e planilha orçamentaria para a construção de um abatedouro municipal em Campo Verde. Com ele estavam o engenheiro civil da prefeitura, Carlos Eduardo Moreira de Carvalho, o supervisor de projetos Fabiano Inácio, e o vereador do município Pedro Montagner.

Uma equipe técnica da Central de Projetos da Associação Mato-grossense dos Municípios, formada Leonardo Martins (engenheiro civil), Marcos Monteiro (engenheiro civil), Felipe Xavier (engenheiro eletricista), Evaldo Braz (engenheiro sanitarista) Gustavo Henrique Fonseca (engenheiro ambiental), Eduardo Shimba (engenheiro civil) e a arquiteta Natacha de Carvalho Luiz, autora do projeto, participou da reunião.

Na construção do abatedouro municipal serão investidos R$ 2.591.902,58. Desse total, R$ 2.300.766,28 são recursos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento que foram autorizados pelo ex-ministro Blairo Maggi, e o restante, R$ 291.136,30 será de contrapartida do Município. A previsão é que a planta comece a ser construída ainda este ano e a conclusão ocorra em 2021.

De acordo com o prefeito Fábio Schroeter, o abatedouro municipal irá consolidar a cadeia produtiva da pecuária em Campo Verde, gerando emprego, garantindo mais qualidade da carne comercializada e agregando valor à atividade pecuária. A planta terá capacidade para abater diariamente 50 bovinos, podendo também abater suínos e ovinos em dias alternados.

Além da aprovação pela Caixa Econômica Federal, o projeto para a instalação do abatedouro municipal já foi aprovado pelo Serviço de Inspeção Municipal (S.I.M) e pelo Serviço de Inspeção Estadual (S.I.S.E). Quanto ao processo ambiental, o prefeito Fábio Schroeter considera que está avançado, uma vez que o município já dispõe da outorga do poço artesiano, outorga de diluição, licença prévia e licença de instalação.

Na opinião da arquiteta Natacha de Carvalho Luiz, a necessidade de um abatedouro misto vai de encontro ao que espera a população, que vê na obra mais uma fonte de renda para o município, maior respeito ao meio-ambiente e mais qualidade tanto no abate dos animais quanto na manipulação da carne.

A implantação do abatedouro proporcionará também economia aos criadores e comerciantes, que hoje abatem os animais em cidades vizinhas e incrementará o setor industrial do município.

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